sem roupas.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
Os dias passam, somem e sobrevivem em mim
Quando eu posso fazer tudo e não faço nada, é o que me faz acreditar que sou cada vez mais inútil. Eu quero tanto, eu quero muito, mas não posso te forçar aos meus desejos. Tenho receio em tocar teu corpo de tal forma que não compreendas minha intenção, que é dotada da mais pura verdade. É então que fico só com imagens que meu subconsciente distribui em meus dilúvios imaginários.
O tempo age... e eu só consigo lembrar que calei-me enquanto o frio da noite se fundia com o meu ser. Talvez tenha sido a minha última oportunidade. Jamais viverei o ontem, embora o ontem sobreviva em mim. Só há uma chance pra viver... e essa chance eu perdi.
O tempo age... e eu só consigo lembrar que calei-me enquanto o frio da noite se fundia com o meu ser. Talvez tenha sido a minha última oportunidade. Jamais viverei o ontem, embora o ontem sobreviva em mim. Só há uma chance pra viver... e essa chance eu perdi.
sábado, 18 de setembro de 2010
Eu não sei viver
Quando fecho os olhos existe um mundo só meu, onde só eu sei o que nele há, o que pode haver e o que eu quero que exista. Esse mundo que é só meu não posso substituir pelo mundo que vejo quando abro os olhos. Tudo o que eu mais queria, tudo o que eu sei que me faria querer sempre viver está nesse lugar em que só eu posso enxergar, de olhos fechados. Porém, toda essa ilusão só pôde ser criada pela realidade que existe lá fora, que insiste em me machucar.
Queria ignorar meu mundo interior para viver apenas do lado de lá. Queria poder esvaziar todos os meus sonhos para não mais sentir os golpes que sempre tentam me derrubar. O que posso fazer? NADA. Nada além de simplesmente viver e encontrar algo que me faça manter uma relação harmoniosa entre os dois lados.
De que vale a esperança? Ela só te faz maquiar o que pode nem acontecer e ... quando tudo não acaba do jeito que se imagina, então o resto do mundo cai. Muitos me perguntam o porquê de tanta falta de esperança... Eu só não quero sofrer.
O ontem parecia ter sido tão rápido, mas o agora continua entalado em minha garganta.
Quantas cicatrizes mais terei de carregar para poder, finalmente, viver sem ter medo de sorrir?
Então sorria você por acreditar em todos os seus clichês!
Queria ignorar meu mundo interior para viver apenas do lado de lá. Queria poder esvaziar todos os meus sonhos para não mais sentir os golpes que sempre tentam me derrubar. O que posso fazer? NADA. Nada além de simplesmente viver e encontrar algo que me faça manter uma relação harmoniosa entre os dois lados.
De que vale a esperança? Ela só te faz maquiar o que pode nem acontecer e ... quando tudo não acaba do jeito que se imagina, então o resto do mundo cai. Muitos me perguntam o porquê de tanta falta de esperança... Eu só não quero sofrer.
O ontem parecia ter sido tão rápido, mas o agora continua entalado em minha garganta.
Quantas cicatrizes mais terei de carregar para poder, finalmente, viver sem ter medo de sorrir?
Então sorria você por acreditar em todos os seus clichês!
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Pelas ruas...
Ando pelas ruas e vejo coisas que, realmente, não dão pra entender. Exemplo: Pessoas gordas utilizando calça skinny. Pergunto-me: "Pra que? Seria pra tentar disfarçar a gordura?". Gordo com calça skinny é o antônimo de magricelo com calça larga. Um é muita banha pra pouco pano e o outro é muito pano pra pouca carne. No final das contas, acabam sendo sinônimos quando se relaciona ao estilo: RIDÍCULOS. Não que eu seja contra isso, mas não é muito agradável aos olhos. Isso não é o pior... mas eu decidi não falar de roupas do estilo Lycra.
Um fato que insiste em manipular muita gente é o sonho de morar fora do Brasil. Sim, claro, eu sei que existem belas paisagens no mundo a fora... mas não estou querendo ser patriota falando aqui. Enfim, essas pessoas pensam que vai ser justamente assim: Chegar lá e ser feliz. Muitos esquecem que um lugar só é lindo quando se tem dinheiro pra gastar. Discorda? Então imagine-se em baixo da Torre Eiffel, em Paris (óbvio, não?), passando frio e fome durante o inverno europeu. Agora continua tudo lindo? Reflita!
Um fato que insiste em manipular muita gente é o sonho de morar fora do Brasil. Sim, claro, eu sei que existem belas paisagens no mundo a fora... mas não estou querendo ser patriota falando aqui. Enfim, essas pessoas pensam que vai ser justamente assim: Chegar lá e ser feliz. Muitos esquecem que um lugar só é lindo quando se tem dinheiro pra gastar. Discorda? Então imagine-se em baixo da Torre Eiffel, em Paris (óbvio, não?), passando frio e fome durante o inverno europeu. Agora continua tudo lindo? Reflita!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Escritos guardados... [5]
Mesmo sem querer
(Maurício Ari Vieira)
As coisas da vida não acontecem por acaso,
Somos todos movidos por conseqüências de nossos próprios atos,
Porém, não conseguimos prever o futuro,
Lembro que em ti encontrei meu porto seguro.
É confuso entender que estamos em vidas diferentes
Por fora estamos distantes, mas aqui dentro estamos presentes.
Será que estou sonhando acordado?
Será que algum dia terei você do meu lado?
Será que a vida quer que seja assim,
Você e eu, distantes e juntos em mim?
E só de lembrar que fui seu desde o primeiro olhar,
Acabo vendo que muita coisa se perdeu no tempo e no ar...
Talvez o encanto que havia não tenha feito mais efeito,
E é duro lembrar que ainda dói aqui dentro do meu peito,
Mas é bom recordar os momentos perfeitos,
Em que neles estávamos eu e você.
O que nos cerca já não importa quando olho dentro dos seus olhos.
Você não acreditaria, mas toda noite sonho com você,
E quando acordo, vivo um pesadelo por não poder lhe ver.
Você não saberia, mas sinto sua falta,
E ela me consome por não ter você de volta.
Você não entenderia, mas construí um castelo de sonhos para nós dois,
Em que nele estaríamos juntos e o resto deixaríamos para depois.
Você se lamentaria se algum dia percebesse que abandonou um amor verdadeiro.
E você choraria se não pudesse mais tê-lo.
Quem sabe, algum dia nos veremos, distantes daqui,
Novamente estarei disposto a fazer você feliz.
Porque quando você sorri, tudo fica mais bonito...
Eu te espero em todo anoitecer.
Eu te quero, mesmo sem querer.
E agora são só lembranças...
(Maurício Ari Vieira)
As coisas da vida não acontecem por acaso,
Somos todos movidos por conseqüências de nossos próprios atos,
Porém, não conseguimos prever o futuro,
Lembro que em ti encontrei meu porto seguro.
É confuso entender que estamos em vidas diferentes
Por fora estamos distantes, mas aqui dentro estamos presentes.
Será que estou sonhando acordado?
Será que algum dia terei você do meu lado?
Será que a vida quer que seja assim,
Você e eu, distantes e juntos em mim?
E só de lembrar que fui seu desde o primeiro olhar,
Acabo vendo que muita coisa se perdeu no tempo e no ar...
Talvez o encanto que havia não tenha feito mais efeito,
E é duro lembrar que ainda dói aqui dentro do meu peito,
Mas é bom recordar os momentos perfeitos,
Em que neles estávamos eu e você.
O que nos cerca já não importa quando olho dentro dos seus olhos.
Você não acreditaria, mas toda noite sonho com você,
E quando acordo, vivo um pesadelo por não poder lhe ver.
Você não saberia, mas sinto sua falta,
E ela me consome por não ter você de volta.
Você não entenderia, mas construí um castelo de sonhos para nós dois,
Em que nele estaríamos juntos e o resto deixaríamos para depois.
Você se lamentaria se algum dia percebesse que abandonou um amor verdadeiro.
E você choraria se não pudesse mais tê-lo.
Quem sabe, algum dia nos veremos, distantes daqui,
Novamente estarei disposto a fazer você feliz.
Porque quando você sorri, tudo fica mais bonito...
Eu te espero em todo anoitecer.
Eu te quero, mesmo sem querer.
E agora são só lembranças...
Escritos guardados... [4]
Inverno
(Maurício Ari Vieira)
Por que eu sempre acredito em tuas mentiras?
E por que eu faço delas verdades minhas?
Tudo o que disseste está aqui dentro do meu vazio.
Todas as palavras que estão estancadas em meu peito,
Tornam-me cada vez mais frio.
Todos aqueles sonhos que inventei para nós dois,
Estão morrendo em minha própria utopia.
Talvez a esperança que eu tinha esteja desistindo,
Assim como eu.
Minhas asas estão fracas,
Como se eu te perdesse a cada dia.
Estar junto a ti, a cada momento,
Era o que eu mais queria.
Então me aqueça em teus braços
E livra-me do fim,
Para que um dia eu possa esquecer
Que havia um inverno dentro de mim.
Mas se desistir for a única forma de me livrar dessa maldição,
Então eu me entrego.
Do mesmo modo que me entreguei a ti.
Aos pulsos revestidos de glória, cortados com o vento,
Que o frio tome conta do que serei um dia...
E enquanto não esvaeço com o tempo,
Fico esperando a hora de partir...
E nesse frio permaneço, aqui,
Calado no colo da dor,
Enrolado no enredo de ter perdido o que chamava de amor.
(Maurício Ari Vieira)
Por que eu sempre acredito em tuas mentiras?
E por que eu faço delas verdades minhas?
Tudo o que disseste está aqui dentro do meu vazio.
Todas as palavras que estão estancadas em meu peito,
Tornam-me cada vez mais frio.
Todos aqueles sonhos que inventei para nós dois,
Estão morrendo em minha própria utopia.
Talvez a esperança que eu tinha esteja desistindo,
Assim como eu.
Minhas asas estão fracas,
Como se eu te perdesse a cada dia.
Estar junto a ti, a cada momento,
Era o que eu mais queria.
Então me aqueça em teus braços
E livra-me do fim,
Para que um dia eu possa esquecer
Que havia um inverno dentro de mim.
Mas se desistir for a única forma de me livrar dessa maldição,
Então eu me entrego.
Do mesmo modo que me entreguei a ti.
Aos pulsos revestidos de glória, cortados com o vento,
Que o frio tome conta do que serei um dia...
E enquanto não esvaeço com o tempo,
Fico esperando a hora de partir...
E nesse frio permaneço, aqui,
Calado no colo da dor,
Enrolado no enredo de ter perdido o que chamava de amor.
Escritos guardados... [3]
Inflexível
(Maurício Ari Vieira)
É tudo tão estranho,
Vivo em meio à mentiras.
A verdade que liberta está distante.
Porém o meu sangue ainda pulsa
E de meus sonhos não vou desistir.
O que me fortalece é a esperança de um final feliz,
Onde posso olhar para trás e ver o que passei, o quanto sofri.
Se ganhei ou se perdi, já não me aprisiona mais,
Pois o tempo é inflexível e não dá para voltar atrás.
O que realmente importa é o valor de tudo isso.
Mesmo que você não possa sentir o que te atormenta
E quando tudo te faz chorar,
Feche os olhos e perceba que ainda estamos vivos
E não é tempo para se entregar.
Mesmo que tudo pareça perdido, falso e promíscuo,
O sol sempre secará suas lágrimas.
O que lhe enfraquece é a sua falta de esperança.
Não deixe que o medo tome conta de seu pensamento.
Não responsabilize os outros quando você não vencer.
Acredite em si mesmo e não culpe a vida pelos seus próprios erros.
(Maurício Ari Vieira)
É tudo tão estranho,
Vivo em meio à mentiras.
A verdade que liberta está distante.
Porém o meu sangue ainda pulsa
E de meus sonhos não vou desistir.
O que me fortalece é a esperança de um final feliz,
Onde posso olhar para trás e ver o que passei, o quanto sofri.
Se ganhei ou se perdi, já não me aprisiona mais,
Pois o tempo é inflexível e não dá para voltar atrás.
O que realmente importa é o valor de tudo isso.
Mesmo que você não possa sentir o que te atormenta
E quando tudo te faz chorar,
Feche os olhos e perceba que ainda estamos vivos
E não é tempo para se entregar.
Mesmo que tudo pareça perdido, falso e promíscuo,
O sol sempre secará suas lágrimas.
O que lhe enfraquece é a sua falta de esperança.
Não deixe que o medo tome conta de seu pensamento.
Não responsabilize os outros quando você não vencer.
Acredite em si mesmo e não culpe a vida pelos seus próprios erros.
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